sexta-feira, junho 10, 2011

Taizé - Il signore ti ristora



O Senhor te renova. Deus não te afasta. O Senhor vem ao teu encontro.

quarta-feira, setembro 30, 2009

O “apartidarismo” Cristão

Desde que descobri o Windows Live Writer, que comecei a escrever vários posts que não chego a terminar por variadíssimas razões. Isto permite-me voltar a algum que me falhou a inspiração ou tempo mas também me permite rever e corrigir algumas coisas.

Assim comecei a escrever este texto antes das eleições e pensei arquivá-lo mas a verdade é que entendo que mais que nunca, há uma necessidade real de compreender o que é o apartidarismo cristão.

Muitas vezes ouvimos slogans que afirmam que um cristão não pode ser deste ou daquele partido político ou que pura e simplesmente um cristão empenhado na vida da Igreja não se deveria envolver nestas coisas política.

Qualquer destas coisas tem o seu lado de verdade e o seu lado de mentira.

Sim há partidos que vão contra a moral cristã, não por serem de esquerda ou por serem de direita mas simplesmente porque a sua forma de acção e a sua carta princípios são antagónicos à essência mais essencial de ser cristão. Assim, não há forma de conciliar um comunismo revolucionário com a filosofia cristã. Tão pouco é coerente ser-se católico e defender um partido nacionalista ou fascista.

Resumindo todo e qualquer regime autoritário e que esteja nas antípodas da democracia é contrário ao ser-se cristão. Ainda que restringindo as opções políticas dos cristãos é não só moralmente bom mas como também deveria ser recomendável que os cristãos em geral, e os católicos em particular, participem e sejam parte activa das restantes forças políticas à direita e à esquerda.

Por outro lado, um cristão empenhado na vida Igreja deve participar como se viu no parágrafo anterior, desde que não acumule cargos de relevo e responsabilidade dentro da estrutura da Igreja. Um diácono vereador de câmara ou um bispo presidente da república é, no meu entender, moralmente reprensível e não deveria nunca ser aceite quer pelas autoridades civis quer pelas eclesiásticas.

A razão pode ser encontrada nas duas faces de uma só realidade, interesses civis na Igreja e interesses eclesiásticos na sociedade civil.

A Igreja, enquanto comunidade universal, tem e deve ser independente do poder temporal. A hierarquia da Igreja tem sempre que estar na oposição independentemente de quem está ou de como se governa. Não numa oposição que critica visando defender agendas e interesses pessoais, mas tendo em vista uma melhoria da sociedade colaborando e participando no plano divino para construir um mundo melhor.

Obviamente que que esta opisição deve ser feita num contexto dialogante, onde a Igreja terá que obrigatóriamente respeitar a voz da maioria e também aceitar um papel de co-educador social.

Por outro lado, e como é óbvio a sociedade civil vai sempre ter crentes nas posições de mais responsabilidade e relevo governativas, subsídios de estado para as diversas religiões bem como ver os seus mais altos representantes participarem enquanto pessoas individuais e também enquato estaditas, em actividades e manifestações religiosas. No entanto estas pessoas nunca devem representar, previligiar ou defender os interesses desta ou daquela religião em detrimento de outras, mesmo que essas sejam minoritárias.

Pelo que foi dito se pode compreender que a Igreja, na sua hierarquia, tem que ser apartidária. A Igreja deve não só permitir mas até recomendar e exortar os seus fiéis a fazerem parate dos vários quadrantes políticos. A Igreja deve se abster de previligiar ou promover qualquer partido político. A Igreja deve denunciar e condenar moralmente todo o qualquer partido político

Assim enquanto comunidade, os católicos são apartidários e aclubisticos mas enquanto pessoa individual que é católica faz sentido ser-se democrático e participar activamente na democracia.

Em comunhão

sexta-feira, setembro 25, 2009

Forrest Gump - Alan Silvestri





Bom fim de semana!

Declaração de voto

Este domingo vou votar desiludido com a nossa classe política mas com esperança que um dia as coisas possam ser melhores. Vou votar com a consciência de que o meu voto pode não fazer a diferença e pode ser apenas uma gota no oceano de conformismo em que nos vimos engolados, mas ainda assim vou fazer a minha obrigação enquanto cidadão.

Por natureza inclino as minhas preferências para os temas sociais em detrimento dos de cariz económico pois acredito que a economia é precisa mais de ser moralizada do que regulada e controlada. Como católico que sou, sinto também uma urgente necessidade de justiça social acreditando que esta é alcançada através da criação de mecanismos nas pessoas e não atribuindo rendimentos imerecidos que cria um exército de inúteis e preguiçosos. Por fim o meu lado humanista faz-me acreditar que todo o ser humano é igual e livre mas recuso liminarmente que essa liberdade seja desfigurada, transformada em libertinagem e que seja motivo de desordem e caos social.

Creio por isso que o meu percurso nas minhas intenções de voto não será muito diferente de muitas pessoas que conheço.

Aos 18 anos, votei PS, porque me sentia reprimido pelo cizentismo burucrático do então Primeiro Ministro Cavaco Silva.

Nas eleições seguintes, apesar de não totalmente desiludido com o Dr Guterres, pensei que fosse uma injecção de vigor democrático ter uma voz diferente e votei no Bloco de Esquerda. Penso que nunca me hei-de perdoar por tamanha inocência e falta de visão política.

Depois votei Durão Barroso acreditando que um pouco de inovação de alguém que tinha passado tempo no estrangeiro pudesse fazer a diferença. A verdade é que não tive a oportunidade de ver se tinha razão ou não, mas abandonar o barco no meio da tempestade revela o carácter cobarde e mercenário do capitão.

Acreditei que o Santana Lopes conseguisse trazer uma lufada de ar fresco à bafienta sociedade portuguesa mas a classe política não aceita que se pense diferente e com audácia e desde o início que se viu o governo de Santana como um balão condenado a subir demasiado alto e implotar.

Por fim nas últimas eleições legislativas decidi votar branco e fazer uma declaração de insatisfação com a generalidade da nossa classe política com o meu voto.

O meu desencanto era tanto, que pensei em nunca mais votar. Mas nas últimas eleições europeias descobri que a Laurinda Alves, jornalista que admiro muito desde os tempos da XIS, ia concorrer pelo Movimento Esperança Portugal, o MEP. Muito sem saber qual era o programa, acreditei na pessoa e votei um pouco às escuras.

Desta vez informei-me melhor e até fiquei indeciso entre votar MEP ou Movimento Mérito e Sociedade, o MMS. Ambos os movimentos apresentam ideias com que me identifico mas na hora de escolher optei por aquele que achei que tem um bocadinho mais de chances de pôr alguém no parlamento e ser uma voz diferente… uma voz no deserto que é a nossa classe política.

Não sei se eles vão fazer melhor dos que já lá estáo, mas pior, de certeza que não farão. Fica aqui um texto que me ajudou a mudar o meu sentido de voto de branco para MEP:

10 Razões para votar MEP:

1. Portugal precisa de uma voz que defenda a política da Esperança, acreditando que, se fizermos por isso, “melhor é possível”.
O MEP será essa voz.

2. Portugal precisa que os seus cidadãos se mobilizem para os desafios difíceis do nosso tempo, sem desistência, nem lamúria.
O MEP impulsionará essa mobilização.

3. Portugal tem grandes desafios à sua frente para reforçar a justiça social e promover a coesão.
O MEP assumirá esses desafios.

4. Portugal precisa, no seu sistema político, de uma nova força que traga uma visão positiva e optimista, de quem acredita nas portuguesas e nos portugueses.
O MEP será essa força.

5. Portugal precisa de cuidar do seu futuro, promovendo as famílias, dando prioridade às suas crianças e jovens, bem como respeitando o seu passado, através da cidadania plena dos seniores.
O MEP cuidará do futuro e respeitará o passado.

6. Portugal exige uma nova atitude que una em vez de separar, que dialogue em vez de ofender, que construa em vez de destruir.
O MEP protagonizará essa atitude.

7. Portugal necessita de abrir espaço à participação de cada um de nós, para uma democracia mais próxima do cidadão.
O MEP será uma das vias.

8. Portugal num mundo global e interdependente, precisa de quem afirme a nossa vocação cosmopolita e de quem defenda a solidariedade como princípio de convívio dos povos e nações.
O MEP será esse protagonista.

9. Portugal precisa que novas pessoas se disponibilizem para servir o bem comum através da política. Pessoas comuns, como qualquer um de nós.
O MEP trará essas pessoas.

10. Portugal necessita de mais protagonistas políticos que só defendam o bem comum e não se prendam a interesses particulares.
O MEP defenderá esse caminho.

No domingo vamos dar voz ao nosso descontentamento e supreender o país. Que se lixe o útil, vamos votar com esperança na mudança.

Independetemente do que votem, não se esqueçam de ir votar.

 

quinta-feira, setembro 24, 2009

O Império contra ataca

O Padre Gonçalo continua a insistir na sua vertente de engraçadinho sem ter graça nenhuma. Desta vez enviou uma carta de agradecimento à direcção do Público. Em itálico segue o texto original e abaixo o meu comentário

 1. Agradeço à direcção do PÚBLICO a gentileza de ter dado à estampa dois textos da minha autoria, dando assim um corajoso exemplo da liberdade e do pluralismo de opinião desta publicação. Agradeço também aos muitos leitores que me felicitaram por motivo destes artigos, bem como aos que manifestaram a sua discordância e que igualmente merecem toda a minha estima e consideração. Bem hajam!
Caro Padre Gonçalo, os jornais portugueses têm por norma publicar as cartas que os seus leitores lhe escrevem. Não é que o senhor director do Público se lembrou pura e simplesmente de procurar um texto da sua autoria e disse: “Vamos lá mostrar estes textos convincentes e cheios de humor refinado.”

Embora não veja onde está a coragem de publicar na secção de cartas um artigo de um padre católico, concordo consigo que esta jornal prima pela liberdade e pluralismo de opinião. No entanto gostava de lhe pedir que explicasse melhor qual é a sua opinião sobre a educação sexual, mas desta vez sem recurso ao humor. É que no texto sobre a gripe A eu percebi que a mensagem que queria passar era a do excesso de zelo um pouco injustificado até ao momento. No entanto no texto sobre a educação sexual, desculpa a insistência mas é que não descortino nenhuma opinião para além de uma recusa liminar.

Subentende-se que o Padre Gonçalo discorda com a introdução da disciplina de educação sexual nos curriculos escolares mas numa sociedade livre plural não chega dizer “Sim porque Sim” ou não “Não, porque quero” para se ter uma opinião. Isso até as criancinhas de 2 anos conseguem fazer.

2. Não obstante a sintonia dos textos com a doutrina da Igreja, os mesmos mais não são do que um exercício de liberdade e de cidadania do seu autor que é, portanto, o seu único e exclusivo responsável. Não obstante o meu celibato, não quero que esta culpa morra solteira.

Em que é que o texto sobre a educação sexual tem alguma coisa que possa estar em sintonia ou não com a doutrina da Igreja? Mas falar das façanhas do nosso primeiro rei ou das dificuldades reprodutivas do Lince Ibérico, não são assuntos que o magistério da Igreja se pronuncie.

3. Constato, com alguma consternação, que a opção por um estilo bem-humorado provocou alguma incompreensão, que roça o escândalo farisaico quando se interpretam literalmente alegorias que, como é óbvio, não admitem uma tão fundamentalista leitura. Que os tristes do costume me desculpem a boa disposição.

Deveremos também levar o assunto a que se refere com boa disposição e deixar que os outros decidam por nós? Devemos ignorar o que escreve e pensar que tudo não passa de um devaneio mal conseguido? Ou por outro lado deveríamos encarar este assunto com boa disposição mas com a seriedade que lhe é devida? É que eu gostaria muito de ter pessoas a pressionarem os diversos sectores da socieadade para termos um programa da disciplina de educação sexual representativo da morel cristã em que está assente a cultura nacional. Mas com textos como o que escreveu não sei se chegamos lá.

4. Considero que a expressão “educação sexual” é contraditória, na medida em que o que é instintivo não carece de aprendizagem, a não ser que, como muitos temem, a dita “educação” mais não seja do que um instrumento ideológico para impor, sob aparência científica, princípios e práticas contrárias à liberdade e à dignidade humana. Com efeito, o Guia de Educação Sexual da ONU, elaborado pela UNESCO com a colaboração da OMS e dado a conhecer no passado dia 27, recomenda às crianças a partir dos cinco anos a prática do onanismo e a apologia da homossexualidade (UNESCO, International Guidelineson Sexuality Education: An evidence informed approach to effective sex, relationships and HIV/STI education; UN News, 27/08/09; Family Edge, 31/08/09).

O Padre Gonçalo insiste num erro que no parágrafo seguinte tenta dar a volta. Antes demais como sabe de certeza, até os institos se educam, senão o senhor nunca poderia ser celibatário. A sexualidade, o comer,  o dormir, até a própria violência são tudo coisas que ensinamos, aprendemos que no fundo educamos. A diferença entre o homem e o animal é que o homem aprende a educar e a domar os seus instintos. A Igreja educou, à sua maneira, a sexualidade dos seus fieis. Por isso não só é um absurdo dizer que o instintivo não carece de aprendizagem. O que pode estar sujeito a críticas é a forma como querem educar esse instinto, mas o Padre Gonçalo nunca faz referência.

Por fim gostava de esclarecer que nunca a UNESCO recomenda emlado algo a masturbação nem a homosexualidade. O Padre Gonçalo que leia melhor o texto mas reconhecer como algo natural não é o mesmo que recomendar. A UNESCO para além disso reconhece as diferenças culturais e regionais e admite que o que é bom para uns pode não ser bom para outros simplesmente por uma questão moral.

A masturbação pode ser pecado na Igreja Católica ou noutros credos mas existem centenas de milhar de pessoas que não sendo crentes devem ser informadas que a masturbação não acarreta nenhum mal físico ou psicológico. O mesmo se aplica a homosexualidade desde que vivida com responsabilidade, respeitosamente e num contexto não baseado exclusivamente no sexo.

5. Embora entenda que a educação para um saudável e ético exercício da sexualidade é competência prioritária da família, admito que essa formação possa ser ministrada subsidiariamente em instituições educativas, desde que garantida a sua competência pedagógica, a idoneidade moral dos formadores, a objectividade ética e científica dos conteúdos, bem como a liberdade dos alunos e dos seus pais. Esta garantia é um direito salvaguardado pelo art. 43.º da Constituição, o que não significa nada porque a mesma lei fundamental também defende, em teoria, a vida, mas depois permite a impune matança das crianças não nascidas.

E finalmente o Padre Gonçalo dá o dito por não dito. Depois dizer que não há necessidade de educação sexual assume a sua necessidade. E aqui estamos de acordo que é não só é prioritário mas também urgente uma educação para um saudável e ético exercício da sexualidade.

Esta deve ser, também, competência prioritária da família mas a verdade é que vamos precisar de esperar uns tempos visto que em muitíssimas famílias, o sexo é assunto tabu. Ainda bem que admite que essa formação pode ser ministrada subsidiariamente em instituições educativas desde que garantida a sua competência pedagógica senão teríamos que esperar ainda mais tempo.

Por fim e sobre o ponto da idoneidade moral dos formadores, da objectividade ética e científica dos conteúdos, bem como da liberdade dos alunos e dos seus pais, este é o ponto que tem que haver um debate profundo e bem fundamentado. Muito provavelmente não será o seu ponto de vista que ganhará em toda a linha mas se participar no debate de forma respeitosa e bem fundamentada, com certeza que as chances de ter uma educação sexual mais próxima do ideal cristão serão muito maiores.

Agora se insistir em utilizar um deshumor feito de chavões e dogmas, garanto-lhe que os Gatos Fedorento terão mais influência no concepção dos conteúdos da disciplina do que o senhor.

terça-feira, setembro 22, 2009

Descubra as diferenças

Texto 1

“Numa das vezes que fui à Expo, em Lisboa, descobri, estranhamente, uma pequena sala completamente despojada, apenas com meia dúzia de bancos corridos. Nada mais tinha. Não existia ali qualquer sinal religioso e por essa razão pensei que aquele espaço se tratava de um templo grandioso.

Quase como um espanto, senti uma sensação que nunca sentira antes e, de repente, uma vontade de rezar não sei a quem ou a quê. Sentei-me num daqueles bancos, fechei os olhos, apertei as mãos, entrelacei os dedos e comecei a sentir uma emoção rara, um silêncio absoluto. Tudo o que pensava só poderia ser trazido por um Deus que ali deveria viver e que me envolvia no meu corpo amolecido. O meu pensamento aquietou-se naquele pasmo deslumbrante, naquela serenidade, naquela paz.

Quando os meus olhos se abriram, aquele Deus tinha desaparecido em qualquer canto que só Ele conhece, um canto que nunca ninguém conheceu e quando saí daquela porta, corri para a beira do rio para dar um grito de gratidão à minha alma, e sorri para o Universo.

Aquela vírgula de tempo foi o mais belo minuto de silêncio que iluminou a minha vida e fez com que eu me reencontrasse. Resta-me a esperança de que, num tempo que seja breve, me volte a acontecer. Que esse meu Deus assim queira” (Raul Solnado, Um Vazio no Tempo, 2007).

Texto 2

“Tendo chegado ao Horeb, Elias passou a noite numa caverna, onde lhe foi dirigida a palavra do Senhor: «Que fazes aí, Elias?»
Ele respondeu: «Estou a arder de zelo pelo Senhor, o Deus do universo, porque os filhos de Israel abandonaram a tua aliança, derrubaram os teus altares e assassinaram os teus profetas. Só eu escapei; mas também a mim me querem matar!»

- O Senhor disse-lhe então: «Sai e mantém-te neste monte, na presença do Senhor; eis que o Senhor vai passar.»

Nesse momento, passou diante do SENHOR um vento impetuoso e violento, que fendia as montanhas e quebrava os rochedos diante do Senhor; mas o Senhor não se encontrava no vento. Depois do vento, tremeu a terra. Passou o tremor de terra e ateou-se um fogo; mas nem no fogo se encontrava o Senhor. Depois do fogo, ouviu-se o murmúrio de uma brisa suave. Ao ouvi-lo, Elias cobriu o rosto com um manto, saiu e pôs-se à entrada da caverna.” (1.º Reis 19, 9)

Texto 3

Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e seu irmão João, e levou-os, só a eles, a um alto monte. Transfigurou-se diante deles: o seu rosto resplandeceu como o Sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. Nisto, apareceram Moisés e Elias a conversar com Ele. Tomando a palavra, Pedro disse a Jesus: «Senhor, é bom estarmos aqui; se quiseres, farei aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias.» Ainda ele estava a falar, quando uma nuvem luminosa os cobriu com a sua sombra, e uma voz dizia da nuvem: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus todo o meu agrado. Escutai-o.» (Mateus 17)

sexta-feira, setembro 18, 2009