sexta-feira, outubro 31, 2008

A Infabilidade do Papa

Creio ter encontrado o problema de uma questão que tem afastado nas últimas décadas católicos da Igreja. Houve um erro de tipografia aquando da publicação do dogma da Infabilidade do Papa. Estou fortemente inclinado a acreditar que se enganaram quando formularam este dogma e acredito que o Papa queria antes dizer fidelidade ou honestidade, porque é disso que se trata acima de tudo. Tentemos ler a formulação deste dogma alterando a palavra infabilidade por Fidelidade ou Honestidade e vemos como tudo ganha um sentido muito mais Cristão e de acordo ao Evangelho.

Assim poderíamos ler:

"Ensinamos e definimos ser dogma divinamente revelado que o Romano Pontífice quando fala ex-cathedra, isto é, quando cumprindo a sua missão de pastor e doutor de todos os cristãos, define pela sua suprema autoridade apostólica que uma doutrina sobre a fé e os costumes deve ser sustentada pela Igreja universal, pela assistência divina que lhe foi prometida na pessoa de Pedro; goza daquela Fidelidade/Honestidade de qual o Divino Redentor quis que estivesse provida a sua Igreja na definição sobre matéria de fé e costumes, e portanto, as definições do Bispo de Roma são honestas e fieis por si mesmas e não por razão do consentimento da Igreja."

Deixando um pouco as brincadeiras de lado, só interpretando infabilidade neste sentido podemos encontrar uma honesta justificação para determinadas posições que a Hierarquia da Igreja insiste em defender e prelongar. Há que acreditar que é a fidelidade ao depósito de Fé da Tradição, a fidelidade à maneira que o povo sente e vive a sua Fé e honestidade na forma como o Santo Padre na posição de Pastor universal conduz as suas ovelhas no Bom caminho. Até porque este dogma não assume que o Papa não pode falhar ou pecar, mas antes que ele ao definirr uma verdade de Fé o faz acreditando estando ser honesto e fiel ao sentido da própria fé dos crentes.

Em comunhão

domingo, outubro 26, 2008

Dialogar


"Dialogar com cristãos de outras confissões significa aprender a tornar-se parceiros em vez de adversários. Não se trata de fazer concessões mútuas, como na diplomacia. Trata-se sim de, juntos, procurar descobrir o mais possível do rosto de Cristo, da sua vontade para o mundo, para a Igreja, para a família humana.(...)
(...)Não me é pedido que negue a verdade ou que concorde com tudo. Porém, é-me pedido que aceite que pode haver outras formas de ver os problemas, outros pontos de partida e outras conclusões que têm a sua própria legitimidade, outras palavras ao serviço a fé. Quanto mais me agarrar ao que é essencial, menos medo terei de aceitar as diversidades que não o afectam.(...)

(...)Dialogar como parceiros não é procurar a sua identidade em isolamento ou em oposição aos outros, mas sim em relação e na partilha. E isso assemelha-se muito mais à vida !(...)

In Taizé Quais os pressupostos para um verdadeiro diálogo
entre cristãos de diferentes tradições?

terça-feira, outubro 21, 2008

Infant Swim - Ensinar as crianças a nadar

Há muito tempo que não escrevo neste blog mas devagarinho o tempo começa a aparecer e confesso que ando cheio de vontade de escrever. Durante este último ano tenho lido outros sites e acompanhado alguns tópicos no Paróquias.org mas tentei filtrar algumas leituras desnecessárias.

Acima de tudo durante o último ano tenho dado muita da minha atenção à minha filha e mulher.

Mas “nem só de pão vive o homem” e aos poucos tenho sentido vontade de pôr algumas coisas por escrito e partilhar um pouco de mim.

Não vou prometer nada nem tão pouco ter ambições muito grandes, vou simplesmente escrever quando me apetecer ou quando tiver tempo.

Entretanto deixo-vos aqui um site que vale a pena ver e se possível divulgar.
http://www.infantswim.com/

Podem ver abaixo um video que vos pode dar uma ideia do que se trata.
http://www.youtube.com/watch?v=nI_XzNfxjlY&eur

Em comunhão